domingo
Houve um tempo. Aquele tempo, Lily. Em que eu romantizava as culpas. As dores. Romatizava as chicotadas que levaria e as minhas escravidões. Só porque jamais fui realmente escrava – a não ser quando me punha em carne viva naquela infinita trama de meus sonhos. Sonhos obscuros que a noite devorava inteiros. E eu acordava [...]













